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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Tendência

A tendência agora é...



Nextep é um protótipo que apresenta possíveis tendências para a próxima geração de equipamentos portáteis
Foto: Yanko Design/Reprodução


No mundo da tecnologia, o futuro já chegou? Essa é uma pergunta que muitas pessoas fazem ao ver as incríveis e fantásticas novidades que surgem a cada dia. E você, como imagina que serão os computadores da próxima década? Menores, mais potentes e infinitamente inteligentes?

Se no início dos anos 2000 os PCs ainda eram grandes e lentos em comparação com os atuais, o que esperar da próxima geração de equipamentos? Enquanto a indústria de tecnologia avança a passos largos nessa direção, muita gente deixa a imaginação fluir e cria seus próprios modelos baseado na mais pura especulação.

O futuro no seu pulso

Entre essas tentativas de imaginar o futuro está o Nextep, o computador que você veste. Isso mesmo! Ao invés de carregá-lo em mochilas ou em seu bolso, o protótipo desenvolvido pelo designer japonês Hiromi Kiriki para a Sony encaixa-se no corpo da mesma forma que um relógio de pulso que, segundo ele, deve ser a cara dos computadores em 2020.

Além da flexibilidade, a imagem apresentada por Kiriki traz outras grandes novidades que realmente podem ser vistas como os próximos passos a serem dados pela próxima geração de equipamentos portáteis.

O primeiro grande ponto é a tela sensível ao toque (touchscreen) em OLED. Com isso, a qualidade das imagens é surpreendente chegando a ser de 3 a 4 vezes melhores do que as encontradas em painéis LED atuais.

Mas essa não é a única grande vantagem. Além de a qualidade da exibição ser muito melhor do que os equipamentos atuais, seu uso será muito mais prático. Como o OLED é flexível, a utilização do computador como pulseira seja possível.

Outra grande novidade apresentada no Nextep é a existência de um projetor holográfico. Se a tela não é o suficiente para você, que tal exibir tudo na parede de sua casa ou em outro lugar mais confortável?

Segundo o que é proposto pelo modelo, o usuário pode projetar as imagens de maneira simples e prática em qualquer superfície plana, seja com ele "vestido" ou aberto. Além disso, o aparelho traz um teclado retrátil para tornar a digitação mais fácil.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

CTI 2010MS1

4º CTI 2010 Matutino Subsequente 1 1º Semestre
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
(Fernando Pessoa)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Um sacrifício, o sacrifício POPULAR!

Tu pega a tua camisa vermelha todo domingo, ou no meio de semana à noite. Pega teus amigos, a família, o ônibus, o carro, a bebida, o ingresso. Quando sente o cheiro da fumaça do churrasquinho de gato, tu entra no jogo. O cheiro se mistura com a grama, com a umidade do inverno – é noite de Copa, é dia de Copa. O ar fica diferente, o vermelho se ilumina, com os refletores, as camisetas, as bandeiras em vermelho e branco numa arquibancada que parece não ter começo nem fim. É noite de Copa. É o placar, o frio, o agasalho, a bebida que esquenta, o pulo que incentiva, vamos lá, é noite de Copa. O Inter vai entrar, faltam dez minutos. É a hora que o campo brilha nas chamas profundas do nosso paraíso. O paraíso da fumaça, da luz, do canto, do fogo. O paraíso pra nós, o inferno para quem nos enfrenta.

Quantas vezes não saímos de casa para uma noite de Copa pensando apenas no cheiro daquela fumaça? E em como aquele cheiro nos entorpecia, mais que qualquer droga, é um perfume de mulher amada, é um banho de mar, é a vitória, a vitória. Aquela sensação que nos enlouquece e faz cantar até a voz ficar rouca, chegar em casa suado, cansado, e esperar ansioso por mais uma noite dessas. É o Inter em campo, o suor deles é o nosso, a garra deles é a nossa, quando a bola corre, a gente sabe que pode sempre alcançar. Quando a voz acaba, a gente sabe que pode sempre cantar mais um verso. E dar mais um salto. E agitar mais uma bandeira. O que a gente precisa, agora, é desse algo a mais. Lembra como foi há quatro anos atrás, quando tudo parecia impossível? Pois é, a gente sabe que não é mais. Nada é impossível, nada é distante, todas as taças estão aí, a um museu de distância. É essa hora que temos que olhar pra nós pensando: o que perdemos? Nada. Não perdemos nada. Mudamos muito. Mas a sensação entorpecente da fumaça rubra e do cheiro da grama úmida e fria de uma noite de Copa a gente não perdeu. A gente lembra. E a gente quer de novo. E de novo, e de novo.

Fonte: www.guardapopularcolorada.com.br

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Formatura Ensino Médio

Ahh, como pode, antes tinhamos a maior vontade de acabar, agora... bate a saudade todos os dias das amizades, das "artes" feitas, dos professores, e quem dera, até dos estudos do nosso querido Ensino Médio sentiremos saudades.

Tudo que é bom, um dia termina.